No céu, uma lua iluminada parecia uma menina deitada na rede.
E o dia havia sido iluminado pela singela e alegre partilha dos amigos e amigas em torno do batismo de Lis.
E o dia havia sido iluminado pela singela e alegre partilha dos amigos e amigas em torno do batismo de Lis.
É na comunidade que nascemos e crescemos.
No berço do amor partilhado aprendemos a viver.
Se no primeiro momento nossos pai e mãe nos transmitem a vida, da qual não são criadores, mas portadores, no momento seguinte eles nos abrem as portas para um sentido mais profundo, aquele que nos une a todos, porque dele viemos e para ele retornaremos.
Uma criança, uma pequena comunidade, um dia iluminado, uma lua iluminada.
Continuar abertos à luz parece ser, de fato, fundamental.